O velho marketing de guerrilha


Visitei um cliente, daqueles tradicionais, que não aceitam nenhuma novidade, que dizem não acreditar na propaganda e ainda “rosnou” tudo o que pode. Durante a conversa, ele me justificou o seu pensamento. Num determinado momento, ele se referindo a uma loja, citou o seu slogan em detalhes, é claro, tive que rir sonoramente na frente dele. Como que alguém diz, que não acredita na propaganda, e no mesmo momento cita o slogam de uma empresa? Pode não acreditar, por teimoso que talvez seja, mas não que esta não tenha efeito, tanto teve efeito, que pegou este senhor em cheio. O velho marketing de guerrilha, que é o que a tal loja usa, ainda dá um bom retorno, basta apenas que se faça com responsabilidade. O marketing de guerrilha, tem como diferencial a abordagem, que pode ter um impacto positivo ou negativo, dependendo como é feito. A propaganda tem um efeito de grande importância, pra isto precisa, que seja bem elaborada. A propaganda de rádio por exemplo, deve ser massificada, continuada, pra que os ouvintes, na hora da compra, possam lembrar daquele anunciante. Por falar nisto, a compra é decidida, por alguns clientes, de forma cadenciada, pensada, como por outros, é na emoção, então, o comercial de rádio, que não tem o apelo visual, usa a emoção, e com uma mensagem que chame a atenção, como por exemplo, um jingle, como uma “musiquinha chiclete”, que cola e a gente não consegue largar, “se pega” cantando. Somos programados pela mídia, igreja, partidos políticos, sociedade, e tantos outros meios. Não há problema nenhum nisto, o cliente, tem o livre arbítrio, pra decidir e comprar onde ele quiser. Tem cabeça pra pensar, então, que o faça. Na hora de adquirir um produto, que observe, se isto satisfaz as suas necessidades. Se precisa ou não, se pode ou não pagar, por aquilo que está comprando, seja produto ou serviço. Gosto da propaganda, e não me ofendo por ouvir, assistir ou ler, entendo que é informação, o que não for útil, descarto, bem simples, não é?

As vezes o carro da pamonha incomoda, né? Não compre, que ele sai fora. Não gosta de determinada ideia, não se torne adepto. Programou errado, reprograme. Qualquer sugestão aceita, pode ser eliminada e programar tudo de novo. Vejamos sempre o lado bom das situações.

Continue respirando…